
A Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) e a Casa Civil concluíram a elaboração do Caderno de Propostas ao Orçamento Geral da União (OGU) 2026 , documento que reúne 100 projetos estratégicos do Governo do Rio Grande do Sul, com demanda total estimada em R$ 1,87 bilhão. A iniciativa visa captar recursos federais por meio de emendas parlamentares, fortalecendo políticas públicas essenciais para a reconstrução e o desenvolvimento sustentável do Estado.
As propostas estão organizadas em dois grupos: o primeiro inclui as emendas destinadas à indicação por meio de Emendas de Bancada; o segundo, as voltadas à alocação de recursos por Emendas Parlamentares Individuais.
A estruturação do caderno envolveu a articulação entre órgãos estaduais, a Casa Civil e a SPGG, por meio da área de Captação de Recursos da Subsecretaria de Planejamento (Suplan). Desde setembro, a área está incluída no Departamento de Projetos Estratégicos e Captação.
O documento contou, ainda, com o apoio técnico da Rede de Planejamento, Governança e Gestão, da Unidade de Coordenação Setorial (UCS) e da Assessoria de Comunicação (Ascom/SPGG).
Políticas públicas contempladas
Os projetos abrangem diversas áreas prioritárias, com destaque para:
Histórico e foco da iniciativa
O envio de propostas ao Orçamento Geral da União pelo Estado é realizado desde os anos 2000, tradicionalmente direcionado aos ministérios federais no momento de preparação da proposta orçamentária. A partir de 2021, a SPGG passou a estruturar esse esforço.
A principal mudança foi a elaboração do Caderno de Propostas, que organiza os projetos prioritários em formato consolidado e visualmente padronizado, facilitando a apresentação aos parlamentares. Além disso, a estratégia de articulação passou a priorizar a Bancada Federal Gaúcha, em razão do crescimento da parcela de recursos do OGU sob responsabilidade de deputados e senadores.
O caderno busca destacar projetos aptos a receber recursos de emendas parlamentares, com condições de execução imediata, fortalecendo o alinhamento entre as demandas estaduais e as possibilidades de financiamento federal.
A versão final do documento, assim como o arquivo contendo a territorialização das entregas, pode ser acessada no site da SPGG .
Texto: Ascom SPGG
Edição: Secom
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