
Representantes da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa-RS) e da seguradoraSwiss RE Corporate Solutionparticiparam, nesta quarta-feira (17/6), do ato simbólico de renovação do seguro pecuário do rebanho bovino de corte e leite contra a febre aftosa no Estado. A assinatura do contrato foi firmada entre o Fundesa e a seguradora.
O encontro ocorreu na sede da Seapi, em Porto Alegre, e foi conduzido pelo titular da Seapi, Márcio Madalena, e pelo presidente do Fundesa, Rogério Kerber. A renovação do seguro foi homologada em maio pelos Conselhos Técnicos Operacionais da Pecuária de Corte e da Pecuária de Leite do Fundesa.
A medida garante a continuidade da proteção sanitária do rebanho. Além disso, contribui para a manutenção da segurança sanitária e da estabilidade financeira necessárias à preservação do status do Rio Grande do Sul como área livre de febre aftosa sem vacinação.
Para Madalena, a renovação da apólice demonstra a solidez do sistema de defesa sanitária animal construído no Estado. “Esse seguro é uma importante ferramenta de gestão de risco e de proteção da atividade pecuária. Ele existe para proteger o produtor de eventos que fogem da normalidade. São avanços que agregam novas camadas de segurança à produção e contribuem para a qualificação cada vez maior da cadeia produtiva regional”, salientou.
Reconhecimento técnico gera economia ao Estado
A nova apólice já está em vigor e foi contratada por valor inferior ao do ciclo anterior. A redução foi possível em razão do reconhecimento das ações desenvolvidas pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO), que ampliou as medidas de vigilância e as estratégias de defesa agropecuária no Estado. O valor do prêmio pago pelo Fundesa foi fixado em R$ 2,114 milhões, representando uma economia superior a R$ 300 mil em relação à apólice anterior.
Com a renovação, permanece assegurada a cobertura de R$ 50 milhões para o rebanho bovino gaúcho, estimado em 11,5 milhões de cabeças entre gado de corte e leite, mediante o pagamento de uma franquia de R$ 13,5 milhões. Nessas condições, o custo do seguro permanece altamente competitivo, equivalente a aproximadamente R$ 0,18 por animal.
Segundo Kerber, o seguro é um instrumento estratégico para a proteção da pecuária. “A manutenção dessa cobertura assegura uma resposta rápida diante de eventuais emergências sanitárias e demonstra o comprometimento dos produtores e das entidades que integram o Fundesa com a preservação do patrimônio pecuário do Estado. É uma conquista coletiva que fortalece a competitividade do setor”, destacou. Ele ainda lembrou que esta é a terceira renovação da apólice.
Texto: Elstor Hanzen/Ascom Seapi
Edição: Secom
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