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Quebradeiras de coco do Piauí são contempladas em edital para melhorar o beneficiamento da produção

O Instituto Babaçu foi aprovado no edital Empoderamento Socioeconômico das Mulheres Negras, iniciativa da Fundação Banco do Brasil que apoia projet...

23/02/2026 às 10h49
Por: Redação Fonte: Secom Piauí
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Foto: Reprodução/Secom Piauí
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O Instituto Babaçu foi aprovado no edital Empoderamento Socioeconômico das Mulheres Negras, iniciativa da Fundação Banco do Brasil que apoia projetos sociais liderados por mulheres negras. O edital estimula ações que contribuam para a redução das desigualdades sociais e para a melhoria das condições de trabalho e renda.

Localizado no município de Palmeiras, o Instituto Babaçu é formado por um grupo de mulheres que atuam no extrativismo do babaçu e na agricultura familiar. O projeto foi contemplado com o valor de R$ 250 mil, destinado à aquisição de equipamentos como prensa, moinho, embalagens e outros itens necessários para estruturar e fortalecer a produção do extrativismo do babaçu.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
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Mulheres do Instituto Babaçu. Foto: Arquivo Pessoal

A entidade conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura Familiar do Piauí (SAF), com o programa Piauí Sustentável e Inclusivo (PSI), que beneficia o grupo ao buscar melhorar a qualidade das atividades, com foco na produção sustentável.

De acordo com Janaína Mendes, assessora técnica do PSI, a aprovação no edital amplia as condições de trabalho das mulheres extrativistas. “Esse projeto vem para melhorar a produção delas, no azeite e em outros produtos do babaçu, tanto com maquinários quanto na parte de embalagem. Então, essas iniciativas são muito importantes porque elas passam a ter apoio em outras ações que o projeto talvez não contemple”, destacou.

Socorro Viana, presidente do Instituto Babaçu, afirma que a iniciativa permitirá um melhor aproveitamento da matéria-prima e a ampliação das linhas de produção, a partir da chegada de novas tecnologias e equipamentos. “Com as máquinas que chegarão por meio do projeto, vamos desenvolver novas linhas, como o carvão extravirgem e o azeite de babaçu extravirgem, não apenas para consumo alimentício, mas também para a área de cosméticos, no qual já recebemos propostas, mas ainda não conseguimos atender por falta de maquinário adequado”, afirma.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
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Socorro Viana, presidente do Instituto Babaçu. Foto: Arquivo Pessoal

A presidente do Instituto destaca ainda que a conquista traz impacto direto na vida das mulheres envolvidas e reforça as expectativas positivas quanto à execução e aos resultados da iniciativa. “O projeto, financiado pela Fundação Banco do Brasil, traz esperança para as quebradeiras de coco que integram o Instituto Babaçu. Com essas novas linhas que vamos produzir, haverá agregação de valor e mais qualidade para os nossos produtos, o que vai gerar emprego e mais renda. Estamos muito ansiosas para ver a execução, a finalização e o sucesso que será esse projeto”, disse.

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