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Polícia de SP prende trio acusado de aplicar golpe de mais de R$ 750 mil em idosa

Operação Cavalo de Troia identificou dez integrantes da rede criminosa que agia na Grande São Paulo

20/02/2026 às 18h01
Por: Redação Fonte: Secom SP
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Agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em Osasco e Grande São Paulo Foto: Divulgação/Governo de SP
Agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em Osasco e Grande São Paulo Foto: Divulgação/Governo de SP

A Polícia Civil de São Paulo prendeu três homens, com idades entre 50 e 25 anos, suspeitos de aplicar um golpe bancário em uma idosa em mais de R$ 750 mil. As prisões ocorreram durante a 3ª fase da Operação Cavalo de Tróia, que já identificou dez integrantes do esquema criminoso.

Os agentes cumpriram sete mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (20), em endereços em Osasco, na Grande São Paulo, e na zona leste da capital.

Em um dos locais, um dos presos foi encontrado tentado se desfazer de máquinas de cartão e celulares, arremessando os itens pela janela para dificultar a ação policial. Em outro endereço foram apreendidos cartões bancários, celulares, computadores e um veículo. No terceiro local, um suspeito foi localizado e conduzido a um imóvel em Osasco, onde também houve apreensão de um veículo e de um relógio.

Foram apreendidos celulares e máquinas de cartões com os presos Foto: Divulgação/Governo de SP
Foram apreendidos celulares e máquinas de cartões com os presos Foto: Divulgação/Governo de SP

De acordo com as investigações, o grupo teria utilizado uma procuração pública falsificada e um documento de identidade falso para movimentar valores em nome de uma idosa de 78 anos, acamada há cinco anos, e impossibilitada de comparecer ao banco. Foram realizadas movimentações financeiras superiores a R$ 750 mil, com transferências e saques, além de tentativa de novos saques no momento da abordagem.

A investigação policial revelou como funcionava a estrutura do bando, com a utilização de documentos falsificados e de contas de terceiros para pulverizar os valores e dar aparência de legalidade às transações.

O caso foi registrado no 24º DP (Ponte Rasa) como cumprimento de mandado de busca e apreensão, associação criminosa, lavagem de dinheiro, estelionato e promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa.

As diligências continuam para identificar outros envolvidos, uma vez que parte expressiva dos valores foi dividida para beneficiários ainda não identificados.

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