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Concluída a nona fase da Operação Mute no sistema prisional do Rio Grande do Sul

Estabelecimentos prisionais dos 26 Estados e do Distrito Federal passaram, entre os dias 24 e 27 de novembro, por revistas gerais da Operação Mute....

27/11/2025 às 18h16
Por: Redação Fonte: Secom RS
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Polícia Penal mobiliza 326 servidores em ação nacional contra ilícitos -Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal
Polícia Penal mobiliza 326 servidores em ação nacional contra ilícitos -Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal

Estabelecimentos prisionais dos 26 Estados e do Distrito Federal passaram, entre os dias 24 e 27 de novembro, por revistas gerais da Operação Mute. A Polícia Penal do Rio Grande do Sul integra a iniciativa da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para combater as organizações criminosas dentro das unidades e, com isso, contribuir para a redução dos índices de violência em âmbito nacional.

As revistas simultâneas em galerias e celas buscam materiais ilícitos, como aparelhos celulares, que ingressam de forma proibida. No Rio Grande do Sul, as ações ocorreram nas penitenciárias de Porto Alegre (Pepoa), Modulada de Charqueadas (PMEC) e Modulada de Montenegro (PMEM), com uma movimentação de 994 presos. Ao todo, foram apreendidos 170 celulares, 21 carregadores, 78 cabos USB, 58 fones de ouvido e 56 chips, além de outros itens.

Segundo o secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, a Operação Mute consolidou-se como uma importante ferramenta de combate ao crime organizado. "A Mute se alinha às demais operações que são realizadas sistematicamente pela Polícia Penal e que se fortalecem diante dos diversos investimentos que o governo do Estado tem aplicado no sistema prisional, seja por meio da ampliação do quadro servidores, da aquisição de novos equipamentos ou da adoção de novas tecnologias", afirmou.

Revistas simultâneas reforçam combate ao crime organizado nos presídios do Estado -Foto: Rodrigo Borba/Ascom Polícia Penal
Revistas simultâneas reforçam combate ao crime organizado nos presídios do Estado -Foto: Rodrigo Borba/Ascom Polícia Penal

A integração da Polícia Penal com os órgãos de segurança estaduais e nacionais é destacada pelo superintendente Sergio Dalcol. “Entendemos o papel fundamental da articulação como política de segurança pública. Nossos servidores têm demonstrado qualidade e eficiência nas ações estratégicas, como a Operação Mute.”

Mobilização, mais segurança e investimentos

Estiveram envolvidos 326 servidores das unidades prisionais, do Grupo de Ações Especiais (Gaes), da 1ª e da 10ª delegacias penitenciárias regionais, dos Grupos de Intervenção Rápida (GIR-1 e GIR 10), do Departamento de Inteligência Penitenciária, do Departamento de Inteligência e Operações Estratégicas (Diae) e do Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP), além do apoio de policiais penais federais. As equipes do Diae atuaram de forma integrada, utilizando um equipamento de detecção de dispositivos eletrônicos.

Entre 2019 e o final deste governo, em 2026, os investimentos para o sistema prisional gaúcho ultrapassarão R$ 1,4 bilhão com a construção de novas penitenciárias e a compra de equipamentos para o enfrentamento à criminalidade. Serão criadas e requalificadas mais de 12 mil vagas para pessoas privadas de liberdade.

Entre os investimentos, foram aplicados recursos para modernizar equipamentos de segurança e ampliar o uso de tecnologia, como scanners e sistema de proteção antidrones. Essas ações garantem melhores condições de trabalho à Polícia Penal e fortalecem a segurança pública e o controle das unidades prisionais.

Texto: Paulo Dutra/Ascom Polícia Penal
Edição: Secom

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